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Embora a medicina
tradicional tenha evoluído de maneira surpreendente nas
últimas décadas, a humanidade ainda não venceu
velhos conflitos próprios dos seres humanos. Isso, somado ao
corre-corre do dia-a-dia, pressão no trabalho, na escolha de uma
carreira profissional entre tantos outros problemas, tem um efeito
devastador não só na auto-estima como, em muitos casos,
acaba provocando também fadiga no próprio corpo humano. O
resultado dessa explosiva mistura já é considerado o mal
do século, as chamadas doenças psicossomá-ticas,
como, por exem-plo o estresse.
O que as pessoas
não percebem é que “estas coisas normais” o
adoecem, provocam gastrite, dores de cabeça, insônia,
desânimo, os tornam agressivos, os afastam das famílias,
ou seja, os tiram do eixo de evolução.
É justamente para
contribuir na busca das causas de inúmeras doenças que
atua o profissional da psicologia. O terapeuta vê o homem em toda
sua complexidade, indo além dos sinto-mas e mergulhando fundo
para achar os verdadeiros motivos de inúmeras moléstias.
Seu objetivo é integrar os aspectos da sombra e da luz, do
feminino e masculino, da razão, da emoção, da
sensação e da intuição. Fazendo o papel de
facilitador, o terapeuta auxilia o cliente a descobrir dentro de si
mesmo o potencial de cura e assim atuando de forma conjunta na
descoberta de novos entendimentos para o desenvolvimento pleno do ser
humano.
À medida em que a
pessoa amplia seu autoconhecimento, passa a reagir de forma mais
consciente, amenizando os efeitos de experiências
traumáticas, o que, tendencialmente, levará a uma forma
mais racional de lidar com obstáculos, superar limites e
descobrir a origem de inúmeros efeitos nocivos em sua
saúde. Longe das promessas milagrosas de cura, a psicologia
propõe um caminho racional, permanente e responsável para
contribuir no enfrentamento de várias doenças. O
auxílio de um profissional qualificado, portanto, é mais
do que uma contri-buição na busca deste caminho.
É, antes de tudo, uma necessidade.
Quais pessoas a psicologia pode ajudar?
O Espaço Agir contribui para o
desafio de encarar os conflitos presentes em nosso cotidiano. Muitas
vezes, nossas vidas são carregadas de crenças que nos
afastam do sucesso. Frases solidificadas em nossa consciência,
como eu não posso, eu não consigo, não acho o
parceiro certo ou até a velha máxima: é só
comigo que acontece! Para falar das mais citadas. Normalmente ignoramos
a presença desses conceitos e como eles acabam influenciando
nosso desenvolvimento pes-soal.
Os efeitos são devas-tadores. Pessoas que choram demais a ponto
de achar que têm razão para isso e que talvez não
haja mais nada a ser feito. Outras que se irritam demasia-damente,
atribuindo as causas a uma vida agitada. Em casos extremos, muitos
deixam de dirigir, ir a teatro, a festas ou desenvolver práticas
que antes lhes davam prazer. Tudo por um medo inexplicável, que
também paralisa a reação para sair deste estado.
Em alguns estágios, os reflexos passam a interferir
também na auto-estima. Existem pessoas que não conseguem
abraçar, beijar, separar meia hora do dia para brincar com os
filhos e acabam deixando de notar as anormalidades presentes em cada
uma dessas ações. À medida que o tempo passa, ao
invés desses sintomas regredirem, eles só se acentuam e
se complicam.
Ajudar a encarar o desafio de revertê-los é a
contribuição que o Espaço Agir espera dar a seus
pacientes.
Conheça alguns processos sintomáticos:
- Não resistir ao impulso de
comportar-se mesmo quando há prejuízos emocionais,
sociais e/ou financeiros, seja com bebidas, drogas, cigarro, jogos,
compras, internet ou agressividade.
- Pessoas que apresentam processos de medo e desespero acrescido de
sintomas físicos como falta de ar e coração acelerado, tendo a sensação
de que vão morrer podem estar vivenciando um ataque de pânico.
- Pessoas que perderam o interesse
ou prazer por quase todas as atividades e que se sentem muito tristes
sem razão aparente podem estar com depressão.
- Pessoas que alternam momentos de muita euforia com momentos de muita tristeza podem estar com o que denominamos Bipolar.
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